A construção civil deve registrar crescimento de 0,6% no primeiro semestre de 2026, na comparação com o mesmo período de 2025, segundo estimativa apresentada pela FGV Ibre em reunião do SindusCon-SP. O desempenho foi acompanhado por avanços no emprego, no rendimento médio e no consumo de cimento, embora a produção de materiais e as vendas no varejo tenham recuado.
O emprego na construção cresceu 3% no país entre dezembro de 2025 e junho de 2026, enquanto o consumo de cimento avançou 2,3% no primeiro semestre. Em São Paulo, o mercado imobiliário residencial também manteve trajetória positiva, com alta de 10,6% nos lançamentos e de 3,9% nas vendas entre janeiro e maio.
Apesar dos resultados, o setor enfrenta pressão de custos e falta de trabalhadores qualificados. A escassez de mão de obra foi apontada por 37,9% das empresas como principal fator limitante dos negócios em julho, seguida pelo custo da mão de obra (24%), demanda insuficiente (23,3%) e competição no setor (22,9%). O INCC-DI acumulou alta de 4,91% no Brasil até julho.
Matéria na íntegra está publicada no Sinduscon-SP