Associação Brasileira da Construção

Industrializada de Concreto

Construção civil e a alta dos materiais

A ABCIC foi destaque em uma matéria publicada na Coluna de Celso Ming, que retratou a alta dos materiais no setor da construção civil. 

A reportagem se inicia com a avaliação de que “a escalada dos juros encareceu os financiamentos habitacionais e as pressões aumentaram com a escassez de matérias-primas que, por sua vez, puxou para cima os preços dos materiais de construção”. Essa questão tem sido o principal gargalo enfrentado por mais da metade das empresas do setor no segundo trimestre deste ano, seguido por elevada carga tributária. 

De acordo com a matéria, “para driblar as incertezas do momento, as construtoras têm investido em tecnologias tanto na área gerencial, com o objetivo de melhorar a produtividade e reduzir os desperdícios; como na adoção de novos métodos de construção, como a construção “off-site” – sistema em que as estruturas são pré-moldadas em fábrica e chegam ao canteiro de obras para montagem. Mais empregada nos países avançados e embora mais cara, começou a ser adotada por aqui na construção de galpões, supermercados e shopping centers, pela necessidade de encurtamento de prazos. A pandemia foi outro fator que intensificou a utilização desse método”.

Como aponta Íria Doniak, presidente executiva da Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto (ABCIC), as estruturas pré-fabricadas ainda enfrentam forte carga tributária, especialmente do ICMS. Outro problema é a escassez de mão de obra qualificada exigida por esse tipo de montagem, além das formatações dos processos de licitações privilegiarem os  métodos construtivos convencionais.

“Os sistemas de financiamento no país são voltados a cronogramas de execução de obras de longo prazo. A ausência de projetos executivos ou básicos em condições de definição pelo sistema construtivo a ser adotado já na contratação das obras, limita a ampliação não somente do sistema em pré-fabricados de concreto, como da industrialização de uma forma mais ampla”, afirma Íria.

Leia matéria completa na Coluna de Celso Ming, no O Estado de S.Paulo