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Galpões crescem na esteira do ‘e-commerce’

A necessidade por galpões tem crescido, principalmente, no entorno dos grandes centros consumidores, divido ao aumento do comércio eletrônico. Com o aumento da procura, desenvolvedoras de galpões e investidores aceleram investimentos para expandir portfólios. Há pelo menos R$ 6 bilhões em curso, no mercado numa estimativa conservadora.

Ano passado, 20,2 milhões de consumidores estrearam nas compras online, segundo o relatório da empresa de pesquisas Neotrust, e o total movimentado chegou a R$ 126,3 bilhões. 

Setores com atuação parcial no e-commerce, como farmacêutico, alimentos, eletrodomésticos e atacarejo, além de operadores logísticos se destacam entre os demandantes. No trimestre, a maior contratação de áreas de galpões, no Estado de São Paulo, foi feita pela Magalu - 21,5 mil m2, na região de Jundiaí, conforme a JLL. No Estado do Rio de Janeiro, a Amazon fechou a principal locação, de 38,3 mil m2, na região Pavuna/São João do Meriti. A JLL destaca também o aluguel de 75 mil m2 pelo Mercado Livre em Minas Gerais.

A diferença entre áreas contratadas e devolvidas (absorção líquida) de galpões, chegou ao recorde de 771,72 mil m2, no país, no segundo trimestre, conforme dados da Colliers. As taxas de vacância registradas no Brasil e no Estado de São Paulo caíram para os menores níveis dos últimos nove anos, chegando a 11% e 10%, respectivamente.

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